18 de abril de 2010

Voltando com as atividades do Projeto!!!!


Nesta sexta-feira, dia 16, ocorreu em Petrolina à primeira oficina “A arte de ser especial” - dando inicio as atividades do ano letivo do Projeto de Intercâmbio.



Foram realizadas duas oficinas na própria escola Adelina Almeida: Pintura em Tela - com o oficineiro Joseilson, e Recorte/colagem na confecção de materias decorativos - proporcionados pelas oficineiras e também professoras, Edjane Casusa e Margarida.



Os alunos compareceram no evento juntamente com um membro de sua família para a confecção e pintura dos objetos, orientados pelos professores-monitores.



Hoje, o Projeto conta com duas coordenadoras Nílmann Gomes e Vanusa Luzia; e pela diretora do projeto, Sandra Leite; em que estão com grandes expectativas para a continuidade das atividades nesse ano - destacam a realização de eventos beneficentes e à venda do materiais de arte produzidos pelos alunos.



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12 de abril de 2010

Existe uma estória que foi construída em torno da dor da

diferença: a criança que se sente não bem igual às outras,

por alguma marca no seu corpo, na maneira de ser...

Esta, eu bem sei, é estória para ser contada também para os pais.

Eles também sentem a dor dentro dos olhos.

Algunsdos diálogos foram tirados da vida real.

Ela lida com algo que dói muito: não é a diferença, em si

mesma, mas o ar de espanto que a criança percebe nos

olhos dos outros [...]

O medo dos olhos dos outros é sentimento universal.

Todos gostaríamos de olhos mansos...

A diferença não é resolvida de forma triunfante, como na

estória do Patinho Feio.

O que muda não é a diferença.

São os olhos...

RUBEM ALVES, 1987

2 de abril de 2010

FÓRUM PERMANENTE DE INCLUSÃO

O projeto Univasf e Diversidade retoma no próximo dia 5 de abril as atividades do Fórum Permanente de Inclusão. O evento acontece às 18h, no Centro de Estudos e Práticas em Psicologia da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Cepsi/Univasf), no campus Petrolina Centro.

Este ano com o tema ‘Inclusão começa com conscientização’, o fórum pretende mobilizar profissionais e estudantes das áreas de saúde e educação e também a comunidade externa, através de ações desenvolvidas com a parceria de entidades e dos cidadãos.

O Fórum permanente de Inclusão foi aberto em 2007 com a promoção de encontros, oficinas e palestras com o objetivo de promover discussões acerca de políticas efetivas para inclusão social da pessoa com deficiência.

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Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo


A Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu o dia 2 de abril como o Dia Mundial da Conscientização sobre o Autismo. Mobilizou-se, assim, para mostrar ao mundo que há pessoas diferentes das outras, mas que, na sua essência, são tão humanas quanto todos.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica o Autismo sob o Código Internacional de Doenças CID-10 F-84. Autismo é uma palavra desconhecida para muitos. Representa uma gama de distúrbios que afetam três áreas do desenvolvimento da pessoa: a comunicação, a socialização e o foco de interesses, mostrando comprometimento em graus variados. Por isto, suas diversas manifestações são agrupadas dentro de um segmento chamado “Transtornos Globais do Desenvolvimento”, ou “espectro autista”, para lembrar que sua diversidade é como a das cores no arco-íris: desiguais, mas unidas na composição da luz branca. Segundo organizações norte-americanas e européias formadas por pais de Autistas, a cada 500 pessoas nascidas, 1 possui alguma forma de Autismo, que pode variar do mais severo ao mais leve.

Embora seja costume afirmar que “Autistas vivem em seu próprio mundo”, na verdade são pessoas com uma forma diferente de sentir, perceber e se relacionar com as demais pessoas, mas não constroem, nem muito menos, vivem num mundo imaginário; ao contrário, esforçam-se para viver em nosso mundo, muitas vezes não entendendo as complicadas normas sociais. Mesmo assim, algumas pessoas Autistas, enfrentando suas dificuldades e as barreiras que a sociedade lhes apresenta, conseguem mesmo constituir família e ter uma vida profissional.

Por outro lado, devido a suas dificuldades de comunicação e relacionamento, a maioria acaba por ter um desempenho fraco na escola ou no trabalho. Nos casos mais graves, devido à desinformação dos adultos, pais e profissionais da Medicina e da Educação, a criança autista não consegue compreender o mundo em que vivemos. Nesses casos, pode crescer frustrada e responder ao mundo com gritos e com agressões; muitas vezes, se auto-agridem, machucam-se, para descarregar sua frustração em não ser compreendido.

Outra questão a ser considerada é que a presença de uma pessoa com autismo acaba afetando diretamente toda a família; em geral, um dos seus membros acaba ficando com a função exclusiva de cuidar dela, sem poder inserir-se no mercado de trabalho ou mesmo se dedicar a uma atividade econômica.

Muitas ações podem ser tomadas para dar qualidade à vida das pessoas autistas e suas famílias. O primeiro passo é identificar o mais cedo possível o Autismo na criança. O papel do pediatra é fundamental, bem como do professor da pré-escola, do pedagogo e das equipes da Estratégia de Saúde da Família (ESF). A partir desse diagnóstico precoce, é preciso criar condições pedagógicas especiais para superar as suas dificuldades, de forma que ela consiga se relacionar com as outras pessoas e, assim, possa aprender.

FONTE: http://cronicaautista.blogspot.com/
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1 de abril de 2010

Fórum discute inclusão das pessoas com deficiência em Petrolina

A inclusão das pessoas com deficiência foi discutida durante o dia de ontem no quinto fórum realizado pelo Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Os eventos estão sendo realizados em todo o Estado e Petrolina foi a cidade escolhida para sediar as discussões do Sertão.

De acordo com o presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Paulo Fernando da Silva, os fóruns estão sendo realizados com o objetivo de discutir e fazer proposição a respeito da Minuta de Lei que institui a Política Estadual de Inclusão da Pessoa com Deficiência. “Um dos nossos eixos trata de planejamento e acessibilidade. Vamos propor políticas nesse sentido”, comenta.

Paulo Fernando disse que existe no conselho a comissão de articulação institucional que ajuda as entidades municipais a resolver as questões do município e que assuntos como acessibilidade, saúde, educação, habitação, entre outros temas relacionados às pessoas com deficiências também serão discutidos no fórum.



Matéria completa na edição impressa do Gazzeta do São Francisco


Publicado em 25/03/2010 às 11h43

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TERMINOLOGIA SOBRE DEFICIÊNCIA NA ERA DA INCLUSÃO


Deficiente, surdo, mudo, cego... como devo chamar????

"A construção de uma verdadeira sociedade inclusiva passa também pelo cuidado com a linguagem. Na linguagem se expressa, voluntariamente ou involuntariamente, o respeito ou a discriminação em relação às pessoas com deficiências..."

E para construirmos uma linguagem correta e acessível, vejam este artigo do autor Romeu Kazumi Sassaki, mostrando como devemos chamar ou tratar de assuntos referentes as  Pessoas com Deficiência em mais de 50 expressões.

é só clicar neste link:


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